sexta-feira, 29 de julho de 2011

QUALIDADE DE VIDA SEGUNDO A OMS

QUALIDADE DE VIDA
(Com base na Divisão de Saúde Mental da Organização Mundial de Saúde)

  1. Conceito de Qualidade de Vida

A expressão qualidade de vida foi empregada pela primeira vez pelo Presidente dos Estados Unidos, Lyndon Johnson em 1964.

“Os objetivos não podem ser medidos através do balanço dos bancos. Eles só podem ser medidos através da qualidade de vida que proporcionam às pessoas”

Embora não haja consenso a respeito do conceito de qualidade de vida a OMS conduziu em 1994 a definição de qualidade de vida como “a percepção do indivíduo de sua posição na vida no contexto da cultura e sistema de valores nos quais ele vive e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações.

  1. Medida da Qualidade de Vida:

A OMS criou o grupo WHOQOL composto de representantes experts de vários países do mundo.

            W – World
            H – Healthy
            O – Organization
            Q – Quality
            O – Of
            L – Life

Que por sua vez instrumentalizou um questionário multidimensional com 100 observações baseada em 6 domínios: físico, psicológico, nível de independência, relações sociais, meio-ambiente e religião.

  1. Domínios e Facetas do WHOQOL

Domínio I – Físico
1.      Dor de desconforto
2.      Energia e fadiga
3.      Sono e repouso

Domínio II – Psicológico
4.      Sentimentos positivos
5.      Pensar, aprender, memória e concentração
6.      Auto-estima
7.      Imagem corporal e aparência
8.      Sentimentos negativos

Domínio III – Nível de Independência
9.      Mobilidade
10.  Atividades da vida cotidiana
11.  Dependência de medicação ou de tratamentos
12.  Capacidade de trabalho

Domínio IV – Relações Sociais
13.  Relações pessoais
14.  Suporte (apoio) social
15.  Atividade sexual

Domínio V – Ambiente
16.  Segurança física e proteção
17.  Ambiente no lar
18.  Recursos financeiros
19.  Cuidados de saúde e social: disponibilidade e qualidade
20.  Oportunidades de adquirir novas informações e habilidades
21.  Participação em, e oportunidades de recreação/lazer
22.  Ambiente físico: (poluição/ruído/trânsito/clima)
23.  Transporte

Domínio VI – Aspectos espirituais/ religião/ Crenças pessoais
            24. Espiritualidade/ religião/ crenças pessoais.
           

quarta-feira, 27 de julho de 2011

O DINHEIRO CONTROLA SUA VIDA?

Olhem só que texto legal.
Autor: Fran Christy  
Por mais que tenhamos um impulso teimoso de responder “claro que não”, o mais provável é que a verdadeira resposta seja “sim”. Talvez você seja uma daquelas pessoas, típico brasileiro, que reza pelo mantra do “sou pobre mas sou feliz” e torce o nariz para idéias relacionadas à geração de renda como se o interesse pelo dinheiro fosse coisa de gente avarenta e mesquinha. Ou talvez você seja uma pessoa aberta a tudo o que diz respeito ao dinheiro, mas que mesmo assim não consegue manter a cabeça fora d’água. De um jeito ou de outro, o dinheiro provavelmente controla sua vida muito mais do que você imagina (ou deseja).

De uma forma básica, o dinheiro controla a vida de todo mundo, pois não é possível viver sem ele, quer você goste disso ou não. Sua opinião pouco influencia o preço dos produtos e serviços de que você precisa para sobreviver, não é verdade? É possível, entretanto, alcançar um patamar financeiro em que você pode se sentir mais livre do dinheiro, aproveitando mais a sua vida, sem o stress de ter que batalhar para pagar contas. A ironia é que para chegar lá você precisa ser uma pessoa interessada em dinheiro!

Sempre que vou ao Brasil (se você não sabe, eu moro nos EUA), eu tenho que lidar com as críticas dos socialistas de plantão ao “capitalismo” e ao “sistema” norte americano. Sem tornar este artigo uma provocação a esse pessoal, mas ilusões e fantasias econômicas à parte, o ser humano é capitalista por natureza. Não conheço uma pessoa que não tenha desejos de consumo, mesmo que seja uma viagem turística com a família, um jantar num restaurante famoso (e caro) ou simplesmente mais tranqüilidade financeira na vida (sim, isso é sonho de consumo!). A tendência natural do ser humano é desejar “coisas” para si e para seus entes queridos e essas coisas, sejam bens materiais ou serviços, custam dinheiro. É por esse motivo que o sistema socialista nunca funcionou (sem opressão) em nenhum lugar do mundo. A idéia fantasiosa de que todos devem dividir tudo e ninguém deve ter bens pessoais só funciona na teoria. Na prática, o ser humano é um bicho egoísta, invejoso e vaidoso (sim, você também!). Mesmo que você não deseje ser milionário, mesmo que você não pense em dinheiro o tempo todo, mesmo que você seja uma boa pessoa, caridosa, etc. que não coloca o dinheiro em primeiro lugar, você tem um capitalista dentro de você e o dinheiro ocupa, sim, uma certa posição (que pode não ser a primeira, mas ainda assim está lá!) dentro de você.

Isso não faz de você uma má pessoa. Dinheiro é o meio de troca que temos na vida para conseguirmos o que queremos e o que precisamos. O fato de que alguns exageram nos desejos e nos impulsos para conseguir dinheiro não faz de você um santinho que não precisa de dinheiro pra nada! No final das contas, se você não está onde gostaria de estar financeiramente, ou seja, se você não sente a segurança de que precisa, se você mantém uma atividade profissional que não manteria se dinheiro não fosse problema, se você faz escolhas difíceis ligadas ao dinheiro, não tem jeito, ele controla sua vida, sim, por mais que você desejasse que não.

A solução, como eu disse, é acabar com esse preconceito bobo (se for o seu caso) e passar a gostar mais de dinheiro. Percebo que muitas vezes o preconceito vem da cultura ou mesmo da própria infância e a pessoa nem sequer percebe. Muitos dos que dizem estar abertos ao dinheiro mantêm preconceitos inconscientes escondidos lá no fundo da mente inconsciente. Essas idéias, muitas vezes, são absorvidas desde a infância do próprio meio e no Brasil há uma postura generalizada de aversão, talvez não ao dinheiro em si, mas à idéia de “fazer dinheiro”, que é vista quase como uma coisa vergonhosa, suja. A forte influência religiosa no Brasil pesa muito culturalmente com noções generalizadas contra os ricos e uma idolatração tola da pobreza. “Rico é avarento”, “rico é infeliz”, “dinheiro não traz felicidade”, “sou pobre, mas sou feliz”, enfim, todas essas frases que permeiam a cultura brasileira e mesmo inconscientemente fazem parte do pensamento do brasileiro.

Com freqüência vejo meus leitores referirem-se ao dinheiro timidamente, como se desejar fazer muito dinheiro fosse algo extremamente vergonhoso. Vejo coisas do tipo: “Não quero ser rico, não, só quero melhorar um pouquinho de vida”, “Jamais iria para fora do país como você fez para perseguir metas profissionais, mas quero ter um pouquinho de tranqüilidade financeira” ou ainda “Só quero conseguir pagar minhas contas sem me preocupar, mas riqueza, não quero, não”. Há um senso generalizado de que desejar riqueza “é feio”, de que a pessoa que diz com todas as letras que deseja ser rico é daquelas que “só pensa em dinheiro” e provavelmente “deve ser” avarenta, mesquinha, egoísta e por aí vai. A pessoa, então, precisa deixar bem claro para todos ouvirem que “ela não quer ser rica não, tá?” ela “só quer um pouquinho mais de dinheiro… mas não muito, viu?”!

Algo que percebo, porém, é que aqueles que têm essa postura de ter vergonha do dinheiro, de dizer que “só quer” isso ou aquilo mas não quer muito geralmente não consegue nada! Isso tem a ver com a motivação (e a psicologia explica!), mas é tão complexo que será assunto para outro artigo! O fato é que aquele que pouco deseja não consegue nem esse pouco, simplesmente não consegue nada.

Então, se você quer ter o privilégio de dizer que não, o dinheiro não controla sua vida justamente porque você tem tanto que nem precisa se preocupar com ele, o caminho é adotar uma postura positiva com relação à geração de renda, não ter vergonha de dizer que quer ficar rico e não ter preconceitos contra quem já é. Por mais básico que seja esse pensamento, ele funciona. A partir daí é claro, cabe a você encontrar uma forma de geração de renda que lhe permita um gap maior entre o que você ganha e o que você gasta para que você possa se sentir seguro e dizer com firmeza que o dinheiro não controla sua vida, você é quem o controla.

 
Fran Christy é formada em administração de empresas com especialização em planejamento estratégico. Fran vive em Seattle, EUA e escreve sobre desenvolvimento pessoal, produtividade e estratégias de vida voltadas para a construção de um estilo de vida mais livre e com propósito.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

SERIA HUMILDADE SINÔNIMO DE POBREZA?

Na nossa sociedade é muito comum definir pessoas pobres com pessoas humildes.  Será isso verdade?
Para analisar o que falo fui a um dicionário e encontrei as definições da palavra humildade como sf (que vem do latim humilitate) 1. Virtude com que manifestamos o sentimento de nossa fraqueza; 2. Modéstia; 3. Pobreza; 4. Demonstração de respeito, de submissão; 5. Inferioridade;. O antônimo de humildade é arrogância, orgulho.  
Fica muito claro por essas definições, que colocamos o humilde numa posição inferior, reconhecendo ser menor em vários aspectos, inclusive financeiro (vide item 3. pobreza como sinônimo de humildade). Assim, é muito comum definirmos uma pessoa pobre como uma pessoa humilde, ou o contrário, uma pessoa rica como uma pessoa orgulhosa, soberba. De antemão, sem até conhecer a pessoa direito, muitas das vezes fazemos um pré-julgamento e taxamos as pessoas de humildes ou orgulhosos olhando para o que a pessoa está vestindo ou o que tem de bens materiais. Devo dizer que um juízo de valor feito nestas bases aponta o grau de preconceito que temos e assim provamos não sermos humildes nessa hora.
Mas será isso mesmo? Todo pobre é humilde e todo rico é orgulhoso? Serão essas premissas verdadeiras? Claro que não. Você mesmo deve conhecer pessoas pobres e orgulhosas ou deve conhecer pessoas ricas e humildes. Na verdade, assim como não podemos comparar bananas com laranjas, não podemos comparar um estado com uma qualidade.
Pobreza é um estado de falta, como falta de dinheiro e outros recursos nem sempre materiais. Humildade é uma qualidade do espírito, um atributo da alma ou da personalidade, do ser interno. Dessa forma, um homem rico pode ser pobre em humildade e um homem pobre pode ser bastante rico, não é mesmo?

Prefiro ficar com outra definição de humildade encontrada em outro dicionário: Humildade é a Capacidade de reconhecer os próprios erros, defeitos ou limitações. Essa é mais completa e se aplica a qualquer indivíduo e de qualquer classe.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Sua Vida Depende de Você

O Homem é precursor de si mesmo! Diversas correntes espiritualistas dedicadas ao comportamento humano e os recentes avanços da física, redesenham a psicologia moderna e ratificam a frase inicial com maior firmeza.  O mecanismo mental determina o estado em que se encontram cada ser humano. Esse estado mental devidamente alinhado com os outros aspectos seja físico, emocional ou espiritual, determinará um caminho em que a felicidade e outros anseios sejam alcançados ainda na Terra. Um homem assim equilibrado é um homem próspero e de sucesso, pois terá tudo que ele precisa. É como andar a favor do fluxo ou surfar nas ondas do universo onde tudo lhe será acrescentado. Por outro lado, a vida, nos dada por Deus, deve ser comemorada e sentida de repleta gratidão. Essa é uma chance de celebrar a vida em conjunto.